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Wesley Silva

Wesley Silva

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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta terça-feira (27) que não vai seguir, necessariamente, o parecer dos técnicos da Casa sobre os pedidos de abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O peemedebista reforçou que tomará uma decisão em novembro e disse que ainda não recebeu pareceres dos consultores acerca do pedido elaborado pelo fundador do PT Hélio Bicudo e o jurista Miguel Reale Junior.

“Vou receber os pareceres e vou decidir com a minha convicção. Parecer é de assessoramento, é para embasamento. Não quer dizer que eu vá seguir. Mesmo que tenha 10 pareceres de um lado não quer dizer que vou seguir", disse Cunha, que é alvo representação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara pela denúncia de que manteria contas secretas na Suíça.
"A responsabilidade é minha e a decisão é minha”, complementou o peemedebista.
Nos bastidores, parlamentares defensores da abertura do processo de afastamento de Dilma reclamam da demora de Cunha em decidir sobre os pedidos. Eles afirmam que o peemedebista estaria ensaiando uma aproximação com o governo para garantir a manutenção de seu mandato parlamentar. Processo por quebra de decoro pode resultar em sanções como censura, advertência e perda do mandato.
Na semana passada, a oposição protocolou novo pedido de impeachment elaborado por Bicudo, para incluir documentos que comprovariam a continuidade, em 2015, das “pedaladas fiscais”, como é chamada a prática de atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária.
Inicialmente, a oposição planejava fazer um aditamento a um pedido já existente – que já tramita na Câmara e está pendente de análise de Cunha. Os parlamentares desistiram do aditamento, porque a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender o rito definido por Cunha para eventuais processos de impeachment não permite aditamentos a pedidos já em tramitação.

‘Nunca fiz e não seria agora que eu iria fazer

Quem conhece Fani Pacheco sabe que ela não é de meias palavras. A ex-BBB admitiu ao EXTRA que tem feito, sim, shows em casas de prostituição Brasil afora. E que tem lucrado com isso.
“É uma espécie de presença VIP. Subo ao palco, grito meu bordão ‘uhu, Nova Iguaçu!’ e chamo alguns caras da plateia para dançar comigo. Escolho sempre os gordinhos, os meio fora do padrão. São 40 segundos cronometrados dançando com cada um deles. Não tiro a roupa nem fico rebolando”, revela Fani, que embolsa R$ 10 mil por apresentação: “Quando anunciam meu nome, a casa enche”.

No município de Jaguaretama, um homem agrediu a pauladas a sua companheira. Em decorrência das agressões sofridas, a vitima veio a óbito.

Os homicídios no interior cearense continuam sem dá trégua, mesmo com programas voltados para o combate a criminalidade. O município de Pedra Branca, no Sertão Central cearense é um dos mais violentos da região.

O ex-presidente da CBF José Maria Marin concordou nesta quarta-feira com sua extradição para os Estados Unidos. Preso desde o dia 27 de maio em Zurique, na Suíça, a informação foi confirmada em comunicado da Justiça Federal do país (FOJ, na sigla em inglês). As autoridades suíças informam que já aprovaram a extradição em processo simplificado, e ressaltam que, por motivos de segurança e privacidade, não darão qualquer informação sobre local e horário da entrega de Marin para as autoridades americanas. O pedido oficial de extradição foi emitido pelos Estados Unidos no dia 1 de julho.

Veto foi publicado nesta quarta-feira (28) no Diário Oficial da União.
Proposta previa que somente quem tivesse experiência poderia atuar.

A presidente Dilma Rousseff vetou integralmente, por meio de despacho publicado nesta quarta-feira (28) no "Diário Oficial da União", o projeto de lei nº 24, de 2013 (nº 1.391/11 na Câmara dos Deputados), que dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de designer. Segundo o documento, o PL foi vetado por inconstitucionalidade.

Políticos se reuniram em Cuba; países retomaram suas relações em julho.
Fim do embargo depende da aprovação do Congresso dos EUA.

O chanceler interino de Cuba, Marcelino Medina, teve uma reunião com congressistas americanos em que foi discutida a suspensão do embargo à ilha, informou um comunicado oficial publicado no site do Ministério das Relações Exteriores de Cuba.

Em julho, EUA e Cuba retomaram suas relações diplomáticas e abriram embaixadas nos respectivos territórios. No entanto, o embargo econômico ainda vigora e seu fim depende da aprovação do Congresso dos EUA.
"Na segunda-feira, 12 de outubro, Medina encontrou-se com o representante republicano Erik Paulsen, de Minnesota, e o democrata Mark Takano, da Califórnia, e um dia depois recebeu dois representantes do estado de Illinois, a democrata Cheri Bustos e o republicano Rodney Davis", informou o comunicado na madrugada desta quarta-feira (14).

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